A influenciadora Rafa Kalimann está na doce espera pela sua primeira filha, fruto do relacionamento com o cantor Nattan, e já está pensando nos detalhes da identidade da herdeira. Em entrevista à revista Quem, a ex-BBB revelou que o nome escolhido, Zuza, terá um toque especial: o seu sobrenome artístico, Kalimann, será incorporado ao registro.
A decisão de incluir “Kalimann” no nome da criança foi uma escolha consciente da influenciadora, que vê no sobrenome um “legado”. “Zuza vai ter Kalimnan, com certeza. Vai seguir com esse legado para a vida dela. Eu não sei certinho ainda como vai ser o nome completo dela, a gente ainda não decidiu isso, mas vai ter Kalimann”, declarou a futura mamãe.
Desabafo sobre saúde mental
No início do mês, Rafa Kalimann aproveitou o mês do setembro amarelo, que simboliza a luta contra o suicídio, e desabafou sobre a importância de cuidar da saúde mental durante a gestação, levantando um alerta para depressão durante e pós-parto.
No relato de Rafa, a apresentadora destaca: “Sempre compartilhei muito sobre os meus desafios com a síndrome do pânico, com a depressão, e a atenção voltada para esse ponto na gestação está sendo muito grande na minha gestação. Acho que o mundo nos ensinou a precisar estar sempre forte, principalmente na gestação. E eu acho que é o exato oposto disso. É um momento que a gente pode estar vulnerável, sentir, se permitir. E expressar isso nos dá muita força”, disse.
Após o relato de Rafa, o portal LeoDias entrou em contato com a médica Luana Carvalho, especialista em saúde mental materna, para esclarecer os principais cuidados neste momento. “O chamado baby blues afeta até 80% das mulheres, mas dura poucos dias. Já a depressão pós-parto é persistente, profunda e incapacitante. Não é frescura, não é falta de força, é uma condição médica que precisa de cuidado especializado”, iniciou.
A médica explica que é preciso atenção quando a mulher apresenta sinais como desânimo persistente, irritação frequente, sensação de vazio, dificuldades em se perceber como uma boa mãe, desinteresse até nos cuidados com o bebê, além de alterações no sono e no apetite. Em casos mais graves, podem surgir pensamentos relacionados à morte. “Esses sintomas vão muito além do cansaço natural do pós-parto. Eles roubam a energia vital da mulher e podem comprometer não só a vida dela, mas também o vínculo com o bebê e o bem-estar de toda a família”, completa Luana.
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