28/01/2026 22:30

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Coluna do professor #422: Em qual streaming mesmo?

Foto: Reprodução/Internet

O tema desta coluna já foi abordado na edição #397, intitulada Há um excesso de serviços de transmissão de futebol? Vivemos uma era marcada pela multiplicidade de direitos de transmissão. O que assistir? Onde assistir? E que competição é essa? São perguntas cada vez mais frequentes. Nesse cenário, a disputa pela atenção do torcedor tornou-se um elemento central — e isso sem sequer entrarmos no mérito dos canais FAST, como discutido anteriormente. 

Hoje, há uma verdadeira profusão de serviços de streaming. Essa constatação não é uma crítica, mas uma realidade do mercado. Segundo dados recentes da plataforma JustWatch, a participação das principais marcas no mercado brasileiro é a seguinte: 

 

Prime-Vídeo, 22%, com Copa do Brasil; Brasileirão; WNBA; NBA e Cazé TV; 

Netflix, 21%, com eventos esporádicos e WWE (é esporte?); 

DisneyPlus, 16%, com cardápio ESPN e CazéTV; 

Max, 12%, com Champions, Paulistão e MLS; 

Globoplay, 10%, com cardápio Globo e Sportv; 

AppleTV+. 7%, com MLS e MLS Pass League; 

Paramonth Plus, 5%, último ano de Libertadores e Sul-Americana. 

Outros, representam 7%. 

Todos esses serviços possuem algum tipo de direito esportivo. E é aí que reside a questão central desta coluna: o esporte é um elemento fundamental na atração de audiência. Mesmo com transmissões esporádicas, a Netflix tem se mostrado aberta a esse novo paradigma, investindo em séries e filmes que exploram o universo esportivo — como o fenômeno Drive to Survive, que revolucionou a percepção da Fórmula 1 e atraiu uma nova geração de fãs. 

Além disso, não podemos ignorar o YouTube e suas múltiplas formas de transmissão, que ampliam ainda mais o leque de opções para o torcedor. O esporte, afinal, é mais do que entretenimento, é um catalisador de emoções coletivas, identidade cultural e narrativas que transcendem o campo de jogo. Na era do streaming, ele se torna ainda mais estratégico, especialmente por meio da promoção de eventos ao vivo — raros momentos em que o público se reúne simultaneamente 

O caminho parece inevitável, mas as dúvidas persistem: em qual serviço assistirei ao próximo jogo do meu time do coração? E quanto mais isso vai me custar? O torcedor está disposto a pagar por múltiplas assinaturas para acompanhar seu time? E como equilibrar o apelo comercial com o compromisso social do esporte? 

Sobre o autor: 

Prof. Dr. Albio Fabian Melchioretto (www.albiofabian.com). Doutor em Desenvolvimento Regional. Professor pesquisador ligado a Faculdade SENAC Blumenau, editor do podcast, Tecendo Ideias.  





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