A estudante de medicina veterinária Beatriz Leão Montibeller Borges, de 24 anos, foi presa no Rio de Janeiro. Conhecida como “Bela do Crime”, ela era considerada foragida desde março. A jovem é acusada de ser a responsável pela área financeira de uma organização criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no Paraná.
De acordo com uma coluna do Metrópoles, a prisão de Beatriz ocorreu em um apartamento em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio. Nas redes sociais, ela exibia uma vida com viagens e festas, que, segundo a Polícia Civil, era financiada pelo tráfico. Para os investigadores, ela tinha um papel na organização, gerenciando as finanças do grupo, controlando contas bancárias e usando laranjas para movimentar dinheiro.
O mandado de prisão contra a jovem foi expedido após uma operação em Curitiba, em que oito integrantes da quadrilha foram presos por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e porte ilegal de armas. A polícia afirma que, mesmo após a operação, Beatriz continuou atuando.
A prisão foi realizada por uma operação conjunta das polícias civis do Paraná e do Rio. No momento da prisão, não houve resistência. Beatriz foi levada para o sistema prisional do Rio, e sua transferência para o Paraná já foi solicitada. Lá, ela irá responder por lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas.
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A Polícia Militar do Amazonas conseguiu prender na última sexta-feira, 22, Evenilson de Oliveira Ferreira, de 24 anos, conhecido como “Mistério”.
De acordo com o portal Metrópoles, o homem é apontado como principal líder do tráfico de drogas em Coari e representante do Primeiro Comando da Capital (PCC) no município, localizado a cerca de 363 km de Manaus.
A ação, liderada pelo 5º Batalhão de Polícia Militar, também contou com o auxílio da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas e de alguns setores de inteligência.